domingo, 6 de dezembro de 2015

O futuro do pretérito não me engana!

O jornalismo possui diversas facetas para passar sua mensagem às pessoas. Há que se ressaltar o impacto que a imprensa pode causar ao decidir publicar uma notícia, por quaisquer meios de comunicação que seja.
Mas quero chamar atenção para uma metodologia muito utilizada para disseminar informações que, ao meu ver, perdem credibilidade. São aquelas precedidas de futuro do pretérito. Imagine as seguintes chamadas jornalísticas:
“Fulano TERIA beijado loura estonteante em evento social”.
“Beltrano ESTARIA viajando na hora do crime”.
“Ciclano TERIA aceitado propina”.
Ora, sejamos sinceros! Não é preciso ter graduação para saber especular, mas é preciso ter coragem para expôr em rede nacional tamanha falta de profissionalismo. Usar o futuro do pretérito denota uma certa falta de responsabilidade. Das duas, uma:
Ou a notícia é falsa e foi “jogada no ventilador” afim de alimentar o famoso sensacionalismo, ou vem de uma fonte extremamente duvidosa. Ambos os casos são, no mínimo, vergonhosos.
Independentemente de qualquer coisa, uma notícia assim não tem o meu respeito. Na minha opinião, um jornalismo sério é desenvolvido através de pesquisa e fato, sem margem de erro. Um evento extrapolado deixa de ser fato e passa a ser conto do vigário. Pronto, falei! TERIA deixado quieto... Mas não consegui!






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