segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Para nunca dizer adeus

Corro, me escondo
Saio de cena num piscar de olhos
Me mantenho calada para guardar apenas o olá

Não quero colecionar despedida
Não creio no fim
Defendo a eternidade com a mesma certeza do ar que respiro

Dou a quem amo a liberdade de voar
Gosto do cantar de pássaros mas não os prendo
Deixo-os livres para sonhar o retorno

Não espero...
Criar expectativas é querer ser dono de algo
E há tempos entreguei minha vida a Deus

Vivo como andarilho
Não quero parar... Não posso parar!
A caminhada tem que continuar.

Sigo encontrando amigos
Os deixo com as interpretações de mim
E sigo na miúda, para nunca ter que dizer adeus








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