terça-feira, 14 de junho de 2016

Nariz poluído

Aquele nariz coça
E não há pulga ali
É o ar puro da roça
Com árvores a florir

O vento danado
Espalha o pólen pelo ar
Pegando de inesperado
O homem urbano a espirrar

Virou imenso chafariz
“Um lenço por favor!”
Pede cobrindo o nariz

Então vem o agricultor
Oferta um guardanapo puído

Ao amigo de nariz “poluído”.

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