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Mostrando postagens de Dezembro, 2016

Necessidade da Caridade Segundo São Paulo

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"Ainda que eu falasse todas as línguas dos homens, e mesmo a língua dos anjos, se não tivesse caridade não seria senão como um bronze sonante, e um címbalo retumbante; e quando eu tivesse o dom de profecia, penetrasse todos os mistérios, e tivesse uma perfeita ciência de todas as coisas; quando tivesse ainda toda fé possível, até transportar as montanhas, se não tivesse a caridade eu nada seria. E quando tivesse distribuído meus bens para alimentar os pobres, e tivesse entregue meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso não me serviria de nada. A caridade é paciente; é doce e benfazeja;a caridade não é invejosa; não é temerária e precipitada; não se enche de orgulho; não é desdenhosa; não procura seus próprios interesses; não se melindra e não se irrita com nada; não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas regozija com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre". (São Paulo, Primeira Epístola aos Coríntios, cap. XIII, v. de

Revista Visão Vale - Edição de Novembro

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Bom dia leitores! Esta semana eu me encontrei com o grupo Litheratrupe para mais uma ação em prol do bem e recebi da querida Rita Elisa Seda a revista Visão Vale, edição de Novembro, e para minha gratidão, a própria Rita cedeu seu espaço para divulgar meu livro e minha poesia. Quero registrar aqui o meu muito obrigada à essa pessoa maravilhosa por dentro e por fora que é Rita Elisa, nossa mentora literária. Clique no link a seguir para conhecer Rita Elisa Seda: http://palavrasdeseda.blogspot.com.br/

Presépio de Natal

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Uma caixa de papelão E um desejo no coração Trazer pra dentro de casa uma Luz Emanada pela presença de Jesus Ele que no meio dos Reis Tão pequenino já carregava imenso poder Conquistou o coração de um, dois, três... Hoje são tantos que nem sei dizer! Eis a Sagrada Família Munida de verdade, amor e paz Ensinando que a verdadeira vigília Vem de uma fé que nunca se desfaz. A chama no meio é a Luz do Mundo Essa que brilha em todo coração Transformando o solo infértil em fecundo Em todo aquele que cultiva o perdão. Divino Espírito Santo Também desceu ali Para louvar com todo encanto O grande filho de Davi É preciso amar Amar como Jesus Que morreu para nos salvar Pregado em uma Cruz A tarefa é difícil É preciso se entregar Sem medo, sem julgamento, sem vício Sem interesse, sem nada cobrar. Eis o Seu presépio Um cantinho em Sua memória Para levar adiante O segredo da Vitória.

Vibrações de Cristo

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Jesus, nunca soube direito se lhe dirigia como Irmão ou como Pai. Você nos mostrou o caminho como Pai, mas nos permitiu chamar Sua Mãe de Nossa Mãe, e Seu Pai de Nosso Pai, se fazendo assim, nosso Irmão. E olha que como Pai e como Irmão, Você tem uma paciência de jó comigo, pois sempre perdoa meus erros! Sabe... Hoje eu fiquei pensando em duas coisas sobre o mesmo tema: o amor. João 13:34 - Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei a vós. Essa é a meta que nos foi dada, nesta e em todas as existências. Sim, porque, Seu grau de amor por nós é de tamanha elevação, que é preciso muito mais que apenas uma existência para cumpri-la. Nossa mãe um dia me disse que era para ter calma, que tudo daria certo. Essa calma que se esvai no primeiro embate... Essa calma pouca, pequena que me faz condenar a mim mesma. Sei que meu caminho é longo, mas com Sua ajuda, intercedendo por mim junto ao Pai, saberei por onde andar. Sua Luz, eu a vejo espalhada por aí. Seu a

PoeticaMENTE

E se a poesia for apenas Breves fragmentos da alma Se desprendendo do íntimo Para encher o coração? Quem sabe conste ali Todas as existências E todos os porquês. Almas são vivazes Complexas Codificadas segundo a unicidade de cada um. Posso ter nascido e morrido várias vezes Mas há uma parte de mim A mais singela e mais nobre Que se derramou entre o tempo E a eternidade.

Completude

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Quantas vidas e quantas mortes São necessárias para que a completude Não seja assim tão distante? Por que não basta a flor que nasce silenciosa Em meio à grama descuidada? Nós sempre tão perfeitos e tão insatisfeitos Feitos de almas tristes e egos animalescos Esfomeados de nossa insanidade. Nós, sempre nós e a falta de tempo para o que nos fará falta... O clichê é inevitável, mas o recado essencial. A vida é uma piscina de borda infinita Que transborda para novas existências Todos os excessos E enquanto a gente pensa que ainda falta algo O destino sorri maduro a nossa inocência Por saber que o que nos falta É acreditar que já somos completos.