Hoje vou refletir sobre a ajuda. Me deparo diariamente com uma série de situações desafio, onde sou chamada à escolha de uma ação, seja ela uma palavra só ou um discurso, um passo ou uma corrida, meia volta ou volta inteira... Preciso julgar por mim mesma o melhor caminho. Tentando acertar, eu erro. No que parecia errado, eu acerto. No acerto, eu solidifico. Certo, errado... Quem pode dizer? Quem, maduro e evoluído o suficiente pode dizer? Eu? Você? Exceto por aquilo que é lei, o certo e o errado se tornam tão subjetivos e anexados às circunstâncias... É certo corrigir o erro de alguém, mas, e se for na frente dos outros, continua certo? Sabe quando a ajuda se torna um problema? Quando ela não vem do amor, mas da vaidade. Quando ela vira um elemento de juízo, de julgamento, de pouca reflexão. Pior ainda, quando a ajuda nada mais é do que fuga de si mesmo, ou seja, melhor eu olhar o defeito do outro para não encarar o meu próprio defeito. Eu quero mesmo ajudar o outro a se corrigir, ou ...
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